Um projeto de formação em audiovisual que leva
ferramentas, técnica e oportunidades reais a jovens
das periferias do Estado de São Paulo.
O projeto “CineClube: De Grande Otelo à Adélia Sampaio” nasce como um movimento de formação, pertencimento e transformação. Inspirado por duas figuras fundamentais do audiovisual brasileiro — símbolos de talento, resistência e reinvenção — o projeto conecta passado, presente e futuro ao colocar jovens de regiões periféricas no centro da narrativa.
Mais do que ensinar técnicas, o CineClube oferece acesso qualificado às ferramentas do audiovisual como instrumento de expressão, autonomia e construção de identidade. Em um país onde a indústria criativa cresce de forma consistente e abre novas possibilidades profissionais, preparar esses jovens é não apenas uma oportunidade, mas uma urgência.
Ao despertar o interesse pelo audiovisual, o projeto amplia horizontes e revela caminhos possíveis, mostrando que contar histórias também é uma forma de ocupar espaços historicamente negados. Cada câmera manuseada, cada roteiro escrito e cada cena produzida se tornam atos de afirmação e transformação social.
O setor audiovisual brasileiro vive um momento histórico. Em 2024, movimentou R$ 70,2 bilhões na economia — um crescimento explosivo impulsionado por streaming, cinema nacional e produção digital. O investimento público em audiovisual bateu recorde em 2025, com R$ 1,41 bilhão (+29% em relação a 2024), e o setor é 3,5 vezes mais produtivo que a média da economia brasileira.
Com 367 filmes nacionais exibidos, 3.554 salas de cinema em operação e plataformas como Netflix e YouTube faturando bilhões no país, a demanda por profissionais qualificados nunca foi tão alta.
Jovens da zona sul descobriram o poder das ferramentas de IA para criar vídeos curtos. Entre prompts e edições, transformaram ideias em narrativas visuais e abriram a primeira porta para o universo do audiovisual.
Na Casa Blanca, a inteligência artificial virou aliada criativa. Alunos aprenderam a gerar vídeos com IA, experimentaram possibilidades e perceberam que o audiovisual está mais acessível do que imaginavam.
No Parque Bristol, estudantes dominaram ferramentas de IA para produção de vídeos curtos. Cada criação despertou curiosidade e mostrou que tecnologia e criatividade abrem caminhos reais no audiovisual.
O CEU Paz foi laboratório de experimentação com IA generativa. Participantes criaram seus primeiros vídeos usando ferramentas inteligentes, descobrindo que o audiovisual pode começar com um simples comando criativo.
Comunidades indígenas e jovens do Jaraguá exploraram IA para contar histórias visuais. A tecnologia se encontrou com narrativas ancestrais, provando que inovação e tradição caminham juntas no audiovisual.
No Projeto Tia Egle, crianças e adolescentes deram os primeiros passos no audiovisual criando vídeos com inteligência artificial. Curiosidade virou criação, e a tecnologia se tornou convite para sonhar mais alto.



